Termo aditivo estende prazo até 2029 e inclui nova etapa de serviços com a Construtora Caiapó, segundo o Diário Oficial da União.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) oficializou, por meio de sua superintendência regional no Tocantins, um termo aditivo que eleva para R$ 48.282.651,78 o valor total de um contrato de obras rodoviárias no estado. A prorrogação também estende a vigência do contrato até 2 de janeiro de 2029. O documento, assinado em 14 de agosto de 2026, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).
O contrato original, de nº 504/2024, começou a vigorar em 2 de agosto de 2024 e é executado pela Construtora Caiapó Ltda, vencedora do Pregão nº 90138/2024. Segundo o extrato publicado no DOU, o motivo do aditivo é a inclusão de uma "nova etapa" na execução do objeto contratual, o que justifica tanto o acréscimo financeiro quanto a ampliação do cronograma.
O processo administrativo tramita sob o número 50623.000270/2024-47, vinculado à Unidade Gestora de Serviços Gerais (UASG) 393023. O material não especifica qual rodovia federal ou trecho recebe os serviços, nem detalha se a obra envolve pavimentação, restauração ou manutenção.
Contratos de manutenção e ampliação de rodovias federais tendem a interferir na logística de escoamento e na integração entre municípios do Tocantins, o que costuma pesar na atratividade de terrenos e imóveis situados ao longo desses eixos. Para quem avalia compra de lote ou investimento em áreas próximas a BRs no estado, a continuidade de obras federais é um fator que pode influenciar valorização ao longo dos anos, ainda que o material não indique o trecho beneficiado nem garanta esse efeito.
Com a vigência assegurada até o início de 2029, a Construtora Caiapó deve cumprir as etapas do cronograma técnico sob fiscalização da superintendência regional do Dnit. Qualquer nova alteração no valor ou no prazo do contrato precisará passar por nova análise técnica e jurídica do governo federal, conforme prevê a legislação de licitações citada no extrato publicado no DOU.
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Fonte: O TEMPO
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