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Micro e pequenas empresas criam 543,5 mil vagas no semestre; construção soma 16 mil postos

Agosto de 2026 · 2 min de leitura · Imobiliária Casa63 · CRECI-J 3638

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Segundo o Sebrae, o segmento respondeu por quase seis em cada dez vagas formais abertas no país entre janeiro e junho, enquanto o IBGE registrou taxa de desemprego de 5,4% no trimestre até junho.

As micro e pequenas empresas (MPE) abriram 543,5 mil dos 921,6 mil empregos formais criados no Brasil entre janeiro e junho de 2026, segundo levantamento do Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O total representa quase seis em cada dez vagas do período.

Só em junho, o saldo das MPE somou 84,8 mil novas vagas, equivalente a 58% do total do mês, aponta o Sebrae. O resultado superou em mais de 80% o saldo aberto pelas médias e grandes empresas, de 46,3 mil postos, segundo a mesma fonte.

Entre os pequenos negócios, o setor de Serviços liderou a criação de vagas em junho, com 42 mil postos, segundo o Sebrae. Comércio e Construção vêm a seguir, com cerca de 16 mil empregos cada um.

Para quem acompanha o mercado imobiliário, o número da construção chama atenção. Mais contratação no setor costuma acompanhar ritmo mais forte de obras, o que tende a se refletir na oferta de imóveis novos entregues nos meses seguintes.

Os pequenos negócios têm, reconhecidamente, se consolidado como uma política pública de desenvolvimento.

Rodrigo Soares, presidente do Sebrae

A queda no desemprego reforça o cenário. A taxa de desocupação do trimestre móvel encerrado em junho de 2026 caiu para 5,4%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, citada pelo Sebrae. O recuo foi de 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em março, quando a taxa estava em 6,1%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a queda foi de 0,4 ponto percentual — a taxa era de 5,8%.

O que isso muda pra você
  • Mais vagas na construção civil tendem a acompanhar mais obras em andamento.
  • Emprego e renda mais estáveis costumam sustentar a demanda por moradia, seja para compra ou aluguel.

Emprego e renda mais estáveis tendem a pesar na decisão de quem avalia comprar, alugar ou investir em imóvel para renda, ainda que o movimento seja nacional e não capture particularidades de cada praça.

O Sebrae afirma que mantém frentes de crédito assistido e ferramentas de gestão em curso para ampliar a longevidade desses negócios.

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Fonte: Agência Sebrae de Notícias (TO)

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