O que é preciso para dar entrada na compra de um imóvel?

Encontrar o imóvel que você tanto queria, muitas vezes, significa que um sonho está prestes a se realizar. É por isso que, com a euforia de assinar logo o contrato de aquisição, muitos compradores acabam se esquecendo de detalhes importantes.

Antes de dar entrada na compra de um imóvel, é necessário confirmar se o crédito foi concedido e se as prestações não comprometerão o seu orçamento no futuro.

Além disso, é preciso checar se o corretor ou a imobiliária são de confiança. Para isso, não deixe de conferir se a empresa possui um registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI).

Depois que a segurança estiver garantida, ainda há alguns cuidados a se tomar, e é normal se deparar com várias dúvidas nessa hora. O post de hoje vai solucionar as mais comuns:

Como funciona a aprovação do crédito?

Ao dar entrada na compra de um imóvel, seu banco fará uma análise complexa do seu perfil e solicitará vários documentos, como carteira de trabalho e declaração de imposto de renda. Só depois disso é que você saberá se terá o crédito disponível e quanto poderá gastar.

Para minimizar suas chances de ser reprovado, separe todos os seus comprovantes de renda e tome cuidado com as restrições no seu CPF. Nomes sujos darão a entender que você é um mau pagador, o que dificulta a concessão do crédito.

De quanto preciso para dar entrada na compra de um imóvel?

As linhas de crédito imobiliário (com exceção do programa Minha Casa Minha Vida) vigentes no mercado atual estabelecem que a entrada de um imóvel novo deve custar pelo menos 10% do total de seu valor.

Vale lembrar dos valores adicionais que acompanham esse sinal, como o ITBI (imposto de transmissão de bens imóveis), comissões de corretagem, registros, entre outros.

Por isso, antes de dar entrada na compra de um imóvel, é recomendável juntar bastante dinheiro para conseguir pagar o maior valor possível. Consequentemente, as parcelas serão menores.

Posso usar um imóvel como parte do financiamento?

Essa opção é possível, mas não recomendada. Isso porque a incorporadora estipulará seu próprio preço, sem levar em conta o valor real de mercado do seu antigo imóvel.

Essa situação é comparável com a de entregar um automóvel antigo para pagar parte da compra de um novo em uma concessionária. Por outro lado, vendê-lo de modo independente poderia maximizar seu preço.

Como saber se minha renda é compatível com o financiamento?

A recomendação de especialistas na área é a seguinte: o valor de cada parcela do financiamento deve representar, no máximo, 20% da renda mensal de sua família.

Não se esqueça de incluir nesse valor as taxas de juros, impostos, inflação e gastos com a mobília. Considere também as despesas mensais e a existência de dívidas vigentes ou que estão prestes a aparecer. Em caso de incertezas, faça uma simulação de valores para estimar os gastos.

Ao seguir todas essas dicas, não se esqueça do seu principal suporte: a ajuda profissional. Uma imobiliária de qualidade não vai só te ajudar com os trâmites e burocracias ao dar entrada na compra de um imóvel, como também garantir uma negociação segura e rápida.

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